Para Designer – Mr. Print – Gráfica Online

Conheça as datas comerciais mais relevantes do ano e alinhe seus planos com os dos seus clientes para otimizar os lucros em 2023!

Planejamento é o segredo de todo empreendedor/negócio que procura o sucesso, seja ele a curto, médio ou a longo prazo. Ter em mente ao menos um esboço de um plano para o atual ano é uma forma segura de se antecipar nas ações de marketing e executar promoções com maior eficiência.

Uma forma de se organizar é tendo acesso a um calendário comercial, contendo as datas mais importantes para a economia ao longo de um ano. Com estas informações em mãos, fica muito mais fácil se organizar.

A Mr. te dá uma ajudinha a organizar o seu calendário comercial!

A gente sabe que na correria do dia a dia pode ser complicado organizar tudo isso, e por isso, queremos te ajudar (afinal, a Mr. é a sua gráfica e maior parceira 😉). Fizemos um compilado com algumas das datas mais relevantes ao longo do ano para você ter por onde começar o seu planejamento.

 

A organização a seguir é baseada em ordem cronológica, mês a mês, para que não haja confusões. A partir dessas informações, você pode definir quais datas são mais relevantes para o seu negócio.

Vamos lá? 

Lembrando que esse calendário é pautado neste ano, 2023. Algumas datas podem não coincidir perfeitamente com os dias descritos aqui se você estiver lendo isso em outro ano, mas as datas em si devem seguir tão relevantes quanto aqui.

JANEIRO

01/01 – Ano Novo

A data pode ser interessante para promoções de virada de ano, renovação de estoque ou até mesmo com viés comemorativo para o negócio.

 

07/01 – Dia do leitor

Você ou seu cliente trabalham com a venda de livros? Fica a dica!

 

30/01 – Dia da Saudade

Perfeito para promoções de produtos que possam dar bons presentes.

 

FEVEREIRO

 

14/02 – Valentine’s Day

O nome em inglês não esconde suas origens: a data é na verdade o Dia dos Namorados internacional, e tem bastante gente que vem adotando a data por aqui para uma dose extra de romance.

 

21/02 – Carnaval

Velho conhecido do brasileiro e um prato cheio para o comércio de moda, por exemplo.

 

MARÇO

 

08/03 – Dia Internacional da Mulher

Aqui, o foco é 100% voltado às promoções envolvendo produtos destinados ao público feminino.

 

15/03 – Dia do Consumidor

A data costuma ser especialmente eficiente com promoções “relâmpago” que podem ser extremamente atraentes ao consumidor, já que as grandes ações de Black Friday e final de ano ainda estão longe.

 

ABRIL

 

09/04 – Páscoa

Se seu cliente trabalha com a produção ou revenda de chocolates, este é o momento de dedicar todos os esforços na comunicação.

 

MAIO

 

14/05 – Dia das Mães

Assim como o Dia da Mulher, produtos e itens que sejam destinados ao público feminino costumam ganhar bastante destaque.

 

25/05 – Dia do Orgulho Nerd

A data é recente, mas o potencial para vendas é grande e dependendo dos produtos vendidos pelo seu cliente, pode ser uma boa oportunidade.

 

JUNHO

 

12/06 – Dia dos Namorados

Versão nacional do Valentine’s Day, onde novamente os produtos e experiências românticas ganham bastante destaque.

 

Festas Juninas

Ao longo do mês, a temática das festas juninas ganha força na comunicação e pode ser uma chance de lucrar mais.

 

28/06 – Dia do Orgulho LGBTQIA+

A data que dá destaque à luta pelo direito do grupo das minorias LGBT+ pode representar uma oportunidade de fechar Junho com mais promoções.

 

JULHO

 

13/07 – Dia do Rock

Fãs do gênero musical costumam ser bastante apegados às bandas que gostam, fazendo com que presentes e outros itens tematizados cresçam em demanda.

 

20/07 – Dia do Amigo

Amigos bons costumam dar presentes bons – e o lucro fica por sua conta e de seu cliente.

 

26/07 – Dia dos Avós

A data é mais familiar e apela a um grupo menor, mas ainda pode ser uma chance de vender a mais na data.

 

AGOSTO

 

13/08 – Dia dos Pais

A data muda todos os anos, mas é sempre uma oportunidade de focar nos produtos com maior saída entre o público masculino.

 

SETEMBRO

 

07/09 – Independência do Brasil

Não é uma data com apelo comercial propriamente dito, mas com uma estratégia bem definida e alinhada ao tema da data, pode ser útil às vendas.

 

15/09 – Dia do Cliente

Sim, a data se parece com o Dia do Consumidor em Março, e pode ser trabalhada de maneira semelhante.

 

OUTUBRO

 

12/10 – Dia das Crianças

Com muitas crianças aguardando ansiosamente pela data e pais atentos, vale a pena se preparar com antecedência para atender às demandas.

 

31/10 – Halloween

O Dia das Bruxas norte-americano ganhou força por aqui nos últimos anos e é agora mais uma data comercial de grande potencial no Brasil.

 

NOVEMBRO

 

24/11 – Black Friday

A atual campeã de vendas anual ao lado do Natal, requer bastante planejamento e vale até mesmo um estudo de mercado antes dos investimentos para lucrar mais ainda.

 

27/11 – Cyber Monday

Concebida como um fechamento das promoções de Black Friday/Black Week, costuma ser a última oportunidade para clientes aproveitarem a data.

 

DEZEMBRO

 

25/12 – Natal

A reta final do ano comercial, e um período de grande movimentação no comércio, o Natal tem enorme potencial para lucrar bastante e começar o novo ano de caixa cheio.

Agora que você tem esses insights sobre as principais datas comerciais do ano, fica mais fácil planejar as suas ações e até mesmo incentivar seus clientes a planejarem as deles, afinal, toda oportunidade para a sua clientela é uma chance de você lucrar.

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Até a próxima!

Texto por André Schelgshorn


Algumas dicas de bancos de imagens pagos e gratuitos para você que é designer e quer gastar menos tempo pesquisando, e mais tempo criando!

Os recursos visuais, sejam no mundo on ou off, são grande parte do chamariz de uma peça e podem fazer a diferença entre chamar a atenção, converter ou apenas passar batida pelo público. 

Parte do que compõe uma peça publicitária são fotos – você sabe, como uma fotografia de uma família feliz, ou uma empreendedora em ação, algo que ilustre a mensagem além dos elementos gráficos e vetores que podem ser feitos diretamente pelos softwares de edição.

No entanto, encontrar a foto perfeita para a sua criação depende, antes de tudo, de encontrar o banco de imagens perfeito para você.

O que é um banco de imagens?

Um banco de imagens é um grande acervo digital onde fotógrafos e outros artistas podem expor suas obras e lucrar com os royalties de suas criações pelo site que, ao vender sua assinatura para seus usuários, cede os direitos de uso (sob determinadas condições, claro) das imagens.

5 dicas de bancos de imagens incríveis

A maioria dos melhores bancos de imagens possuem assinaturas pagas, afinal, paga-se por um acervo maior, mais variado, e fotografias de qualidade, por muitas vezes, superior. Reunimos aqui 5 dicas para você testar por aí e conferir por si!

Talvez o mais famoso deles, o Getty é um acervo colossal de imagens de alta qualidade e com uma variedade de invejar. A ferramenta é paga e não é das mais baratas, mas você vai ter o melhor para a sua produção.

Outro velho conhecido de quem está na área já há algum tempo é o Shutterstock. Semelhante ao Getty, é um player pago tradicional dentre os bancos de imagens e por isso, possui um acervo bastante vasto de imagens de alta qualidade para você utilizar.

O Adobe Stock é uma opção mais em conta mas com qualidade igualmente alta nas fotografias disponíveis para uso e com o diferencial de uma interface bastante intuitiva na hora de buscar a foto perfeita para a sua aplicação.

É pago, mas possui um bom trial (teste grátis) de 10 imagens, e além de permitir edições, disponibiliza também vetores, áudio, vídeos e mais. O iStock é bem conceituado e bastante popular entre designers mundo afora.

O Dreamstime apresenta uma ampla gama de opções de assinatura, e contém imagens, áudios e mais para o caso de uso em motion. O site é em português, o que facilita bastante na navegação.

5 dicas de bancos de imagens incríveis e gratuitos

Gratuito, livre de direitos autorais para você usar as imagens como precisar, e oferecendo também vetores, ilustrações e vídeos, o Pixabay é bem conhecido e tem bastante conteúdo para te ajudar a criar.

Fotos, vetores, ilustrações, tudo com alta qualidade e pronto para uso nas suas criações. Embora seja gratuito, aqui é recomendado ao menos dar créditos ao criador, afinal, a comunidade se sustenta quando se mantém junta, né?

Imagens de alta qualidade e até mesmo sem a necessidade de cadastro no site? Sim, esse é o Pexels, mais uma boa pedida para bancos de imagens gratuitos.

Mais que um banco de imagens, o Canva vem ganhando cada vez mais destaque até mesmo como uma plataforma de criação que permite edições sem conhecimentos avançados (como seria no Ps ou Illustrator). Possui opção premium para ainda mais opções.


Com um pouco de tudo, até a participação de criadores menores, o site conta com uma grande variedade de fotos em alta que podem ir muito bem com a sua criação.

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Texto por André Schelgshorn


Conheça a nova ferramenta da Adobe que promete aliar inteligência artificial ao conjunto de ferramentas do dia a dia no design.

Puxadas por exemplos como o GPT e DALL-E, as novas ondas de ferramentas baseadas em IA (inteligência artificial) vêm se tornando cada vez mais convincentes nas propostas que trazem ao mercado.

Com diversas utilidades, funções e diferentes níveis de automatização, as IAs têm sido o ponto alto quando o assunto é tecnologia nos últimos meses. Dentre as aplicações, a arte e o design vêm incorporando cada vez mais esses softwares em criações de todos os tipos. 

E é surfando nessa onda que a Adobe aposta em sua fatia de mercado com sua nova IA Firefly.

 

O que são essas IAs e para o que servem?

Uma inteligência artificial é um sistema de códigos que usam o estudo artificial de bancos de dados para aprender, simular, reproduzir ou criar o que quer que seja programado para gerar. Claro, esse é um resumo que não faz justiça à toda a tecnologia por trás da coisa toda, mas em suma, é basicamente isso: um sistema autônomo capaz de “pensar e criar” sem a necessidade de intervenção humana.

As IAs sempre ocuparam o espaço da ficção científica e, graças a filmes como a série O Exterminador do Futuro, ganharam popularidade no imaginário das massas. Desde então, a ideia de um “computador autoconsciente” é, para muita gente, tanto uma maravilha como uma potencial ameaça – imagina só uma revolução das máquinas? Socorro!

 

Imagem gerada por IA

Saindo um pouco da ficção e partindo pro efeito prático real e benéfico do uso de um sistema deste no dia a dia, temos com as IAs um ganho em produtividade que pode significar uma melhor qualidade de vida, afinal, o trabalho fica um pouquinho mais fácil e intuitivo. 

No caso do design e das artes gráficas em geral, os programas de inteligência artificial ajudam a, desde gerar elementos visuais para serem usados pelos artistas e designers, até a criar imagens, cenários e composições completas de maneira independente. Há até um novo nicho online onde a arte gerada por estes programas ganha seu espaço, como nas hashtags #aiart ou #ailandscape.

 

Imagem gerada por IA

Imagem gerada por IA

Imagem gerada por IA

Adobe apresenta: Firefly!

Quem atua na área do design gráfico não é estranho à gigante Adobe. A empresa é a criadora de alguns dos maiores e melhores softwares de criação e edição de imagens, vídeos, GIFs e mais.

Entre Photoshop, Illustrator, Lightroom e Premiere (que são apenas as mais conhecidas dentre várias outras ferramentas da empresa), a proposta sempre foi a mesma: oferecer um ecossistema unificado, intuitivo e poderoso por meio do qual seja fácil criar. E agora, chegou o próximo capítulo da influente Adobe no setor: apresentando o Project Firefly, o novo sistema pautado em inteligência artificial da empresa que promete integração com as demais soluções já presentes em sua assinatura.

Com o Firefly, criadores de diversos segmentos terão opções de uso da IA tanto para composições de texto, com solução pautada em modelos de linguagem como o OpenAI, como recursos visuais de aprimoramento de imagens, retratos, fotografias e até mesmo sugestões na edição de vídeos.

A ideia é que a ferramenta não trabalhe como algumas outras propostas do mercado (com viés quase substitutivo do criativo por trás de uma peça), e sim como um complemento para auxiliar o profissional e agilizar seus processos.
Um dos desafios apresentados pelo uso de IAs generativas já vem sendo abordado pela Adobe desde o início: a questão de direitos autorais. Para evitar problemas neste sentido, a IA foi produzida e treinada para utilizar apenas recursos disponíveis no próprio Adobe Stock (banco de imagens proprietário da marca) e que sejam de domínio público. Não apenas isso, a marca também estuda formas de remuneração para os artistas que disponibilizarem suas criações para uso pelo sistema.

Atualmente, é possível que criadores já removam suas obras do banco de dados da IA, mesmo que de domínio público, caso não as queiram utilizadas pelo Firefly.

O Adobe Firefly está entrando em versão beta para quem quiser participar dos testes com os quais a empresa planeja aprimorar ainda mais a solução. Por ser parte do pacote de ferramentas Adobe, requer assinatura.

E aí, pronto(a) para o futuro do design? Porque nós estamos!


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Texto por André Schelgshorn


Procurando por sites com fontes gratuitas para o seu projeto? A gente tem algumas dicas pra te ajudar!

Sabe quando você está sentado(a) há um tempão no computador olhando para a sua peça mas algo não está caindo bem? Por várias vezes a fonte pode ser a causadora desse estranhamento, e encontrar o modelo ideal pode ser um exaustivo trabalho de tentativa e erro – e isso leva tempo.

Então, pensando em te ajudar a economizar esse tempo, juntamos aqui 5 dicas de sites com fontes gratuitas para o seu projeto!

5 sites com fontes gratuitas para Download:

Lembrando que existem opções de sites com fontes pagas que podem acabar sendo necessárias para a sua criação dependendo da proposta e identidade visual do cliente. No entanto, se esse não for o caso, aqui vai a nossa seleção:

1: Google Fonts


A gigante de tecnologia tem seu próprio acervo de fontes gratuitas que você pode conferir e baixar para usar sem preocupações. Fontes serifadas ou sem, escrita manual, o que for: é só procurar e você vai encontrar!

 

2: Dafont


Um clássico para quem já conhece, o Dafont é lar de dezenas de milhares de fontes gratuitas. Você vai encontrar de tudo, e o site conta com um filtro bem completo já de início para ajudar a segmentar suas categorias. 

 

3: Font Squirrel


Se seu objetivo é o uso de fontes para uso comercial, não pense duas vezes antes de conferir o Squirrel. O foco do site é justamente em fontes que possam ser usadas para esta finalidade, mas gratuitamente!

 

4: Urban Fonts


Outro acervo gigantesco (aos moldes do Dafont) e com boa experiência do usuário, o Urban é mais uma referência em fontes gratuitas que vale a pena conferir. Lembre-se apenas de se atentar se a fonte em questão pode ser usada para fins comerciais ou apenas pessoais.

 

5: Adobe Typekit



A solução da Adobe conta com centenas de opções em fontes gratuitas que podem ser diretamente sincronizadas com os softwares da empresa ou usadas para web.

Lembrando que existem opções de sites com fontes pagas que podem acabar sendo necessárias para a sua criação dependendo da proposta e identidade visual do cliente. No entanto, se esse não for o caso, aqui vai a nossa seleção:

Texto por André Schelgshorn


Calculando as dimensões do seu arquivo

Você sabe simular e planejar corretamente as dimensões da sua arte, em pixels, para que o seu tamanho em polegadas ou melhor, centímetros, saia do jeitinho que quis? Tem quem saiba, e tem que não saiba – e está tudo bem, porque se você não sabia fazer essa conversão antes, agora vai saber!

Vamos lá, hora da mágica!

Suponhamos que você tenha criado uma arte em um formato simples, um quadrado, para facilitar o exemplo. Esse arquivo tem uma dimensão de 1500×1500 pixels, e você quer saber qual seria o tamanho ideal que essa arte teria na impressão sem perda de qualidade. Vamos usar como base aqui os 300 DPI de saída para fechamento de arquivo ideal para termos um padrão mínimo de qualidade na clareza da impressão.

Se você ainda está começando no mundo do design e/ou impressão, é importante se familiarizar com a sigla DPI, ou Dots Per Inch, inglês para “pontos por polegada” (PPP em português). Essa medida determina a resolução de uma imagem impressa. Quanto maior a quantidade de pontos por polegada em uma imagem, mais nítida ela será quando passada para o papel, ou no caso, para a lona de um banner.

Vamos começar a magia dos números? Primeiro, você vai pegar a resolução dessa imagem e dividir pela resolução de saída, ou o famoso DPI. No nosso caso, estamos falando de dividir 1500×1500 pixels por 300 DPI. O resultado é 5, e como em DPI falamos de pontos por polegada, vamos multiplicar esse resultado pelo valor de uma polegada em centímetro, que é de 2,54 cm. Temos então um tamanho ideal de 12,7 centímetros, para que essa imagem possa ser impressa sem perda de qualidade em relação ao arquivo digital.

Se essa arte fosse impressa a 150 DPI, teríamos 7,5 polegadas, ou 19,05 cm, e por aí vai. Quanto menor o número de DPIs, maior tende a ficar a imagem, pois os pontos que a compõem serão menos ao todo, e portanto, maiores. Mas atenção: pontos maiores são seus inimigos no design. A resolução e fidelidade vão estar mais longe do planejado no seu computador (onde você provavelmente verá tudo com mais clareza pois o conteúdo está sendo exibido em pixels bem menores do que os DPIs impressos). Isso poderia ser remediado quando o material impresso é posto a uma distância maior de visualização do público, tornando essa imagem mais agradável como um todo, mas não é o ideal.

Para pensar a impressão de um material já em centímetros (unidade de medição de dimensões  que usamos no Brasil), a fórmula é diferente. Vamos supor que você queira que essa imagem tenha 15 cm de tamanho a 300 DPI. O primeiro passo é converter esses 15 cm em polegadas, então 15 ÷ 2,54, o que nos dá 5,905 polegadas. O próximo,é multiplicar essas 5,9 polegadas pelo DPI, no caso, 5,9 x 300. Nesse exemplo, sua arte precisará ter 1.770 pixels por 1.770 pixels (ainda estamos usando o exemplo quadrado). 

Para uma arte de tamanho retangular, o cálculo segue o mesmo, mas você vai fazer ele uma vez para cada lado, na mesma ordem.

E para descobrir o DPI de uma imagem impressa? Suponhamos que um arquivo foi impresso, novamente usando o primeiro exemplo do texto, com 1500 x 1500 pixels em uma imagem com 20 cm de tamanho. É só converter esses 20 cm em polegadas, o que dará 7,87 polegadas. Aí é só multiplicar o número de pixels por essas polegadas, e pronto: essa imagem foi impressa com 118 DPI. 

Legal, né? Na primeira vez, o cérebro pode dar aquela leve fritada, mas com o tempo fica super fácil de saber todas essas continhas sem dificuldades!

 

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Interessante, não é? Agora que você sabe mais sobre as possíveis ações que cada cor pode exercer e quais reações podem provocar, pode trabalhar sua paleta com mais propriedade, pensando não apenas no resultado visual e coerência visual, mas também nos resultados que procura atingir em meio ao seu público alvo. 

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Texto por André Schelgshorn


Como é possível estimular reações a partir de cores?

Seja em embalagens, peças ou até mesmo em um logo, as cores têm poder de persuasão e até mesmo de conversão.

É isso mesmo: a cor escolhida no design da embalagem de um produto, usada no logo de uma marca, ou que seja empregada na paleta de cores de uma peça publicitária pode influenciar em como ela será consumida pelo público e até mesmo ditar o seu sucesso.

Quantas vezes você não parou diante de uma peça, impressa ou digital, e admirou a arte usada mesmo que o produto ou a mensagem em si não tenha sido o seu foco? Isso com certeza teve a ver com o emprego das cores escolhidas. Da cor em si, aos tons utilizados, aquele estímulo visual foi atrativo o suficiente para prender a sua atenção. Existem estudos que procuram explicar a influência desse fenômeno nos processos de consumo da comunicação, e além: como certas cores podem converter mais de acordo com o produto e o público.

Esses estudos são conhecidos como parte do conceito de Psicologia das Cores, que classifica as diferentes sensações transmitidas por cada cor, e pode ajudar na hora de criar o seu design da maneira mais eficiente para o seu público. 

Cores e seu significado percebido

Vamos nos aprofundar um pouco mais nas cores em si e em como algumas delas influenciam na percepção, absorção e interpretação de peças e artes, mas com ênfase em marketing. Afinal, estudos indicam que até 93% dos consumidores levam a aparência de produtos, peças e embalagens como principal fator decisivo na hora da conversão.

Não só isso: Neil Patel, um dos top 10 melhores profissionais de marketing segundo a Forbes, aponta que até 85% do porquê você escolhe um produto/serviço é relacionado à escolha das cores utilizadas.

Por isso, é crucial que a equipe de design esteja sempre atenta não apenas às características de marca e produto, mas aos objetivos da comunicação e acima de tudo, ao perfil do público alvo. Há públicos e públicos, pessoas e pessoas, e cada um destes perfis de consumidores tem suas preferências e aversões. Por exemplo, a cor vermelha é a identidade da Coca-Cola há mais de um século.

Quando você vê uma peça da marca, ou uma embalagem, você espera que haja vermelho como cor predominante. Alguém que goste mais de Coca do que Pepsi vai ter uma reação mais positiva ao ver a cor vermelha em uma geladeira em comparação à cor azul, já que irá imediatamente associá-la à marca de preferência, aumentando as chances de conversão.

Quais cores usar?

Aqui entra bastante o conhecimento de marca, produto, público e mercado. Claro, você não vai usar uma cor apenas por gerar uma suposta reação no público. Você nunca viu uma peça do Facebook em amarelo, ou viu? Se sim, com certeza teria sido uma exceção, já que a marca é associada ao azul. Mesmo que seus designers quisessem em algum momento transmitir os sentimentos inerentes ao amarelo, a cor primária ainda seria o azul de alguma forma, com o intuito de não descaracterizar a comunicação.

Tendo isso em mente, é hora de explorar um pouco do que cada cor tem a oferecer com seu uso, e vamos começar por uma cor muito presente na nossa própria comunicação, o vermelho. Confira a lista de acordo com as definições por Neil Patel:

  • Vermelho: velocidade, força, paixão, desejo, energia, excitação e ira.
  • Preto: sofisticação, negação, elegância e formalidade.
  • Azul: espiritualidade, lealdade, fé, tranquilidade e confiança.
  • Amarelo: conhecimento, sabedoria, alegria, otimismo e esperança.
  • Rosa: saúde, felicidade, amor, inocência e charme.
  • Marrom: confiabilidade, estabilidade e simplicidade.
  • Branco: proteção, respeito, pureza, limpeza e paz.
  • Roxo/Violeta: realeza, erotismo, sabedoria, conhecimento e sensibilidade.
  • Verde: perseverança, autoconsciência, tenacidade, orgulho e vigor.
  • Laranja: energia, humor, calor, vibração e entusiasmo.
  • Dourado: riqueza, calor, preciosidade e opulência.
  • Prata: fascínio, suavidade, maciez e elegância.

Interessante, não é? Agora que você sabe mais sobre as possíveis ações que cada cor pode exercer e quais reações podem provocar, pode trabalhar sua paleta com mais propriedade, pensando não apenas no resultado visual e coerência visual, mas também nos resultados que procura atingir em meio ao seu público alvo. 

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Texto por André Schelgshorn


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